quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Uma perspectiva diferente de voluntariado

Todos os dias, mais de 850 milhões de pessoas deitam-se com fome. Destas, 300 milhões são crianças.A cada 5 segundos, uma delas morre de fome.
O número de desnutridos nos paises em desenvolvimento cresce à razão de quase 5 milhões de pessoas por ano.

Ao longo de todo o ano no planeta morrem de fome cerca de 30 milhões de pessoas outros 55 e 90 milhões de pessoas passaram á condição de pobreza extrema em 2009, devido á recessão mundial resultante da crise financeira internacional. Mais de 1 bilião, em todo o mundo, sofre de fome crónica. Actualmente, 900 milhões de pessoas vivem em habitações precárias (barracas, favelas e areas de risco).A menos que a situação mude substancialmente, 1,5 biliões de moradores de zonas urbanas viverão em barracas ou favelas em 2020, o equivaltente á população da China.
No ano passado a SIDA matou 3 milhões de pessoas, e outros 4,1 milhões foram infectados-mais de 8 mil por dia.

A doença infecta hoje 40 milhões, das quais 25 milhões habitam no continente africano. Além disso, a epidemia deixou oprfãos 15 milhões de crianças. Que tem todo este manancial contabilistico a ver com o trabalho de voluntariado? Tem tudo e não tem nada. Não tem nada a ver, se a perspectiva do voluntariado for apenas ajudar as vitimas produzidas pelos estilhaços do desenvolvimento desigual e das assimetrias económicas e sociais. Tem tudo a ver se o voluntariado for, sobretudo, consciencia politica e social. O voluntário pode também ser um homem ou uma mulher que combate contra as desigualdades económicas e sociais, estão na origem da maioria dos casos de fome, crime, homicidios e suicidios em todo o mundo.
Utilizando as palavras de um voluntário tradicional: "faça todo o bem que puder/por todos os meios que puder/em todos os lugares que puder/faça a diferença!!!!".
Todavia, a diferença só pode ser feita se o voluntáriado tradicional estiver consciente e disposto a combater os egoistas esclarecidos, de forma a introduzir ética na distribuição da riqueza, apelar á formação, ao conhecimento, e á alfebatização dos cidadãos.

Se assim fizermos estaremos não só a auxiliar os outros mas também a facultar-lhes os instrumentos necessários para que possam combater as causas que levam ao voluntariado.

Ajudar os outros não é apenas utilizar o trabalho voluntário ao serviço da sua sobrevivência, para que os poderosos possam viver em paz e em condições de continuarem a produzir novas e mais vitimas.

Este não é o voluntariado que o mundo precisa nos dias de hoje. O voluntariado da actualidadepode e deve associar a generosidade e a solidariedade a necessidade de lutar por uma sociedade com menos desigualdades sociais, com uma distribuição mais equitativa e justa de riqueza produzida.

INDIGNADOS COM A POBREZA!

No decorrer desta aula encontrámos uma campanha da amnistia internacional na qual se pretende denunciar violações dos direitos humanos. Tendo em conta que a pobreza se define actualmente como uma violação dos direitos humanos através deste link todos nós podemos ajudar!




http://indignadoscomapobreza.blogs.sapo.pt/


Sobre esta campanha

" Caros Amigos,

A Amnistia Internacional lançou em 2009 a Campanha "Exija Dignidade". Esta campanha assenta na concepção da pobreza como violação dos Direitos Humanos e visa quebrar o ciclo da pobreza, contribuindo para que sejam tomadas as decisões contrárias àquelas que estão na génese de todas as situações de pobreza.


Para esse efeito, a Campanha "Exija Dignidade" assente em três eixos estratégicos:



1) Responsabilização de todos (governos, empresas, organizações) que implícita ou explicitamente tenham assumido o compromisso de erradicar a pobreza;



2) Promover o acesso dos mais desfavorecidos aos meios de decisão sobre as suas próprias vidas;



e 3) Promover a participação activa dos mais desfavorecidos, não apenas na identificação dos seus problemas na também na identificação das possíveis soluções para os mesmos.
É com a finalidade de concretizar este terceiro eixo estratégico que a Amnistia criou o "Movimento dos Indignados com a Pobreza e a Exclusão Social".



Através deste website, convidamos todos quantos trabalham, convivem ou tenham notícia de situações indignas de vivência em contexto de pobreza ou de exclusão social e que com elas se sintam indignados, a registar por escrito, em filme ou em fotografia e colocar neste blog. Temos, como finalidade última recolher o mapa real da pobreza em Portugal e, com base neste, construir um conjunto de recomendações para todos quantos podem contribuir para a erradicação da pobreza.


Converse, participe, ajude-nos a encontrar soluções! "

Haiti: saiba como ajudar as vítimas!

Apesar de não fazer parte do nosso projecto, achámos de grande relevância avisar as pessoas para esta grande catástrofe que se debateu num dos mais pobres paises do mundo, o Haiti.
Ficam então aqui as informações acerca de como fazer contribuições para ajudar estas pessoas que estão a passar por tamanha tragédia.

1 - No site da Cruz Vermelha Internacional pode deixar o seu contributo por cartão de crédito.

2 - Ligue para o 760 206 206 e ajude o Haiti - A PT e a TMN disponibilizam um número para o qual se pode ligar a partir do telefone fixo ou do telemóvel. Cada chamada realizada custa 60 cêntimos (+ IVA), que reverterá a favor de Organizações Não Governamentais (ONGs) com missões no Haiti: a AMI, a Cruz Vermelha e os Médicos do Mundo.

3 - A AMI já partiu para a capital haitiana, onde terá missões relacionadas com a purificação de água e a distribuição de alimentos. A "conta de emergência Haiti" tem o NIB: 0007 001 500 400 000 00672. Por Multibanco, a entidade é 20909 e a referência 909 909 909.

4 - A Cáritas convida todos aqueles que quiserem contribuir a “fazer o seu donativo na conta «Cáritas Ajuda Haiti», com o NIB 003506970063000753053, da Caixa Geral de Depósitos. A organização disponibilizou de imediato uma verba de 5 mil euros à congénere do Haiti

5 - The American Jewish World Service foi chamado ao Haiti para apoiar a rede de organizações e instituições no terreno.

6 - A AmeriCares conta com um fundo de 5 milhões de dólares e pede contribuições/doações para trabalhos urgentes em situações de desastre.

7 - A CARE já está no terreno com voluntários para ajudar as populações de Port-au-Prince.

8 - A Catholic Relief Services tem um escritório no Haiti, localizado num dos bairros em que se verificaram menos danos nos edifícios, e aceita doações de qualquer valor.

9 - O Direct Relief International é um dos parceiros mais importantes das equipas no terreno. Apoia sobretudo ao nível da distribuição de medicamentos no terreno.

10 - A Oxfam tem duzentas pessoas no terreno para ajudar no que for necessário. Já começou a trabalhar na purificação de água e distribuição aos sobreviventes, missão para a qual a AMI também está destacada.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Sociedade

A pobreza é um drama inevitável ou uma simples escolha?

A pobreza é um fenómeno cada vez mais grave nas sociedades, mesmo nas chamadas de modernas, quer em extensão quer em intensidade. Só na Europa a pobreza afecta mais de 52 milhões de pessoas. Uma em cada 7 vive de baixo da ameaça da pobreza e da exclusão social.

Como é possível que, apesar do significativo nível de evolução tecnológica e de crescimento económico de algumas sociedades, a pobreza continue a ser uma realidade persistente? É que o crescimento económico nem sempre tem conseguido alcançar benefícios para os mais pobres. O progresso e o bem estar continua a construir-se, paradoxalmente, assente em soluções económicas, prescindindo facilmente das soluções sociais, ou ainda mais grave, procura-se resolver as crises socioeconómicas com medidas exclusivamente económicas, menosprezando as medidas ou soluções de carácter social, evitando estrategicamente aceitar a dimensão ética e moral tanto das raízes dos problemas, como das suas consequências sociais. E quando se procura justificar as causas da pobreza é dramática a obsessão de procurá-las nos indivíduos e nas suas opções de vida, e não, como deveria ser, no modelo de desenvolvimento e nos mecanismos de funcionamento do sistema económico e social que orienta a vida colectiva.

Mecanismos esses que têm dado origem a uma precarização significativa das relações laborais e à transformação radical da estrutura familiar, factos que contribuem para a multiplicação de formas de pobreza tradicional e para o empobrecimento de grupos sociais, até há pouco tempo, incluídos nos estratos médios da sociedade. Esta realidade deu origem ao aparecimento de novas formas de pobreza.

A pobreza pode ser assim considerada como um fenómeno estrutural, que se alicerça em certos mecanismos estruturais estreitamente relacionados com as estruturas económicas de produção e, sobretudo, de distribuição. O drama maior dos pobres é terem de coexistir com uma sociedade de abundância, sendo as vítimas desta vergonhosa contradição: não faltam recursos, mas os que existem estão injustamente distribuídos.

Todos os dias somos confrontados com expressões bem visíveis de pobreza extrema que atravessam as sociedades contemporâneas: a exclusão social dos pobres, a sua incapacidade perante um sistema que teima em ignorá-los e a marginalizá-los; o trabalho infantil que explora selvaticamente milhões de crianças, e a falta de vontade política dos poderes públicos para aplicarem os direitos reconhecidos e assumidos; a dificuldade de acesso a uma habitação condigna, tornando perfeitamente demagógicos os apelos à constituição de relações familiares equilibradas; a impossibilidade de aquisição de conhecimentos que garanta um trabalho gratificante.

Mas a pobreza não é só consequência da negação de direitos e da indiferença da sociedade. Está também intrinsecamente relacionada com um dinamismo pessoal que origina a uma certa fragilidade dramaticamente interiorizada que contribui também para a desqualificação social.

Este dinamismo subjectivo reforça o sentimento de humilhação; potencia a dependência; inviabiliza a criatividade; desmotiva ao exercício da cidadania; leva inevitavelmente à auto marginalização e à exclusão. E o adversário maior do pobre é a falta de auto estima.

Perante as estruturas da sociedade organizada o pobre considera-se um ser aviltante, ridículo, sente vergonha de si próprio, tende a isolar-se, fica paralisado. No limite o pobre aceita resignadamente o direito de não ser, de não se afirmar como pessoa.

São, talvez, estas razões que levam as classes pobres a não possuírem qualquer poder reivindicativo e a assumirem pacificamente o estigma da culpabilização por parte da sociedade da situação em que se encontram.

Mesmo que seja inevitável a existência de pobres, não é admissível que uma grande parte da humanidade viva na miséria – ¾ da população beneficia apenas de ¼ dos bens da terra - nem que gerações sucessivas nasçam, vivam e morram na pobreza. Mesmo assim, a pobreza não deixa de continuar a ser um extraordinário desafio à nossa capacidade de construirmos uma civilização de maior justiça e solidariedade. Porque isso é possível, a Organização das Nações Unidas (que aproveito para felicitar, assim como ao seu Secretário – Geral, pela atribuição do Prémio Nobel da Paz,! decidiu instituir o dia 17 de Outubro como o Dia Mundial para a Erradicação da Pobreza. Também é significativo que esta data seja assinalada imediatamente a seguir ao Dia Mundial Contra a Fome (celebrado a 16), sabendo nós que a fome continua a matar milhares de seres humanos, e ainda que ocorra num mês dedicado à pessoa idosa, tendo em conta que, pelo menos, no nosso país é uma das faixas mais pobres da população, devido sobretudo às parcas pensões que auferem.

Erradicar a pobreza é mais que um imperativo moral, é um compromisso de solidariedade humana. É uma possibilidade prática, e a longo prazo, um imperativo económico para a prosperidade económica. E porque a pobreza não é inevitável, não se deve tolerar mais. Esta é uma das peremptórias constatações registadas no Relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, do ano de 1997. Para que se possa eliminar, ou pelo menos minorar, a pobreza da face da terra, basta apostar decisivamente num novo modelo de desenvolvimento que não pode só satisfazer necessidades, mas realizar capacidades, atingindo os princípios da participação que permite a cada cidadão ser portador de dinamismo para o desenvolvimento. As nossas sociedades são representativas e têm, por isso, que ser participativas; os princípios da autonomia que torna as ajudas exteriores em factores de desenvolvimento próprio e da aceitação da diferença que leva ao conceito de solidariedade e interdependência.

A luta contra a pobreza é, no fim de contas, a realização das capacidades dos homens, superando uma concepção paternalista ou assistencialista. Erradicar a pobreza não é dar aos pobres os recursos de que eles carecem, mas sim promovê-los para que eles possam aceder pelos seus próprios meios a esses recursos.

Aos homens e mulheres de boa vontade não se pede que reneguem a sociedade em que vivem, mas que ajudem a criar uma civilização alternativa no plano dos valores e das atitudes, uma civilização nova, uma verdadeira civilização do amor, da solidariedade, da justiça, da libertação integral de “cada Homem e do Homem todo”.




por Eugénio Fonseca
(Presidente da Cáritas Diocesana de Setúbal e da Cáritas Portuguesa) - 15-10-2001

( http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=9152 )

O Futuro que queremos para o Distrito de Setúbal

Eugénio Fonseca defende combate contra a resignação:


O presidente da Cáritas Diocesana de Setúbal, Eugénio Fonseca, defende que o “défice de participação das pessoas na vida comum” constitui um “novo estilo de pobreza” no distrito. Segundo o presidente da Cáritas, os setubalenses “resignaram-se com a crise económica” e tornaram-se “passivos e pouco participativos na sociedade”.




Eugénio Fonseca acredita, no entanto, que “esta não deve ser a melhor forma de enfrentar a crise”. “Cada um tenta defender-se, por um lado, e torna-se fácil cruzar os braços e resignar-se, por outro lado”, refere. Mas as pessoas “não podem estar à espera que a solução venha de fora”. Por isso, apela aos setubalenses para serem “protagonistas da solução para a crise”, e também que “lutem contra a resignação e sejam mais participativos”.



O responsável sublinha que os impactos da crise que o país atravessa “não são tão visíveis como em outras crises, nem as pessoas têm a percepção real da crise”. Esta situação deve-se ao “clima de resignação” instalado, mas também ao facto de, actualmente, existirem “mais instituições de suporte social que amortecem os impactos da crise”. Com efeito, Eugénio Fonseca revela que “são cada vez mais as pessoas que recorrem aos bancos alimentares e outras instituições de solidariedade social”.



Para o presidente da Cáritas Diocesana de Setúbal, os impactos sociais do momento actual “são os mesmos de todas as crises”, mas com um “novo dado preocupante”. É que, segundo afirma, “é cada vez mais difícil aos jovens licenciados acederem ao mercado de trabalho”. Estes jovens vão, assim, “engrossar a já elevada taxa de desemprego do país”.



A taxa de desemprego é, na verdade, “o grande indicador de uma crise”, pois “a falta de emprego dá origem a um grande número de fenómenos sociais”, como a pobreza, a marginalidade, o aumento do ócio, entre outros. Setúbal é um dos distritos mais afectados pelo desemprego, até porque “é constituído, maioritariamente, por pessoas de classe média baixa”, cujo único sustento é o seu posto de trabalho.

Quanto à retoma da economia portuguesa, Eugénio Fonseca espera que “aconteça em breve”, embora “dependa muito da conjuntura internacional”. Actualmente, uma das grandes ameaças à retoma parece ser a instabilidade no mercado do petróleo que “pode ter impactos em Portugal”. No entanto, defende que “o crescimento económico é uma componente estruturante, mas não é a única importante para o desenvolvimento”. Além disso, afirma que é preciso “reflectir sobre o modelo económico que queremos para a região”. Neste contexto, defende uma economia “assente nas Pequenas e Médias Empresas e na diversificação do tecido produtivo”.


Vera Mariano - 20-05-2004 10:54


Apesatr de datar de 2004 este comentário á situação social vivida em setúbal nao está de todo desactualizado, façamos então algo para o mudar!

O Futuro que queremos para o Distrito de Setúbal

Eugénio Fonseca defende combate contra a resignação:


O presidente da Cáritas Diocesana de Setúbal, Eugénio Fonseca, defende que o “défice de participação das pessoas na vida comum” constitui um “novo estilo de pobreza” no distrito. Segundo o presidente da Cáritas, os setubalenses “resignaram-se com a crise económica” e tornaram-se “passivos e pouco participativos na sociedade”.

Eugénio Fonseca acredita, no entanto, que “esta não deve ser a melhor forma de enfrentar a crise”. “Cada um tenta defender-se, por um lado, e torna-se fácil cruzar os braços e resignar-se, por outro lado”, refere. Mas as pessoas “não podem estar à espera que a solução venha de fora”. Por isso, apela aos setubalenses para serem “protagonistas da solução para a crise”, e também que “lutem contra a resignação e sejam mais participativos”.

O responsável sublinha que os impactos da crise que o país atravessa “não são tão visíveis como em outras crises, nem as pessoas têm a percepção real da crise”. Esta situação deve-se ao “clima de resignação” instalado, mas também ao facto de, actualmente, existirem “mais instituições de suporte social que amortecem os impactos da crise”. Com efeito, Eugénio Fonseca revela que “são cada vez mais as pessoas que recorrem aos bancos alimentares e outras instituições de solidariedade social”.

Para o presidente da Cáritas Diocesana de Setúbal, os impactos sociais do momento actual “são os mesmos de todas as crises”, mas com um “novo dado preocupante”. É que, segundo afirma, “é cada vez mais difícil aos jovens licenciados acederem ao mercado de trabalho”. Estes jovens vão, assim, “engrossar a já elevada taxa de desemprego do país”.

A taxa de desemprego é, na verdade, “o grande indicador de uma crise”, pois “a falta de emprego dá origem a um grande número de fenómenos sociais”, como a pobreza, a marginalidade, o aumento do ócio, entre outros. Setúbal é um dos distritos mais afectados pelo desemprego, até porque “é constituído, maioritariamente, por pessoas de classe média baixa”, cujo único sustento é o seu posto de trabalho.

Quanto à retoma da economia portuguesa, Eugénio Fonseca espera que “aconteça em breve”, embora “dependa muito da conjuntura internacional”. Actualmente, uma das grandes ameaças à retoma parece ser a instabilidade no mercado do petróleo que “pode ter impactos em Portugal”. No entanto, defende que “o crescimento económico é uma componente estruturante, mas não é a única importante para o desenvolvimento”. Além disso, afirma que é preciso “reflectir sobre o modelo económico que queremos para a região”. Neste contexto, defende uma economia “assente nas Pequenas e Médias Empresas e na diversificação do tecido produtivo”.


Vera Mariano - 20-05-2004 10:54


Apesar de datar de 2004 este comentário á situação social vivida em setúbal nao está de todo desactualizado, façamos então algo para o mudar!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

ONU - até quando, Portugal?

ONU - até quando, Portugal?



www.pobrezazero.org, unam-se a esta causa porque ser-se pobre de bens não é indigno, mas sim, ser-se pobre de solidariedade.
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Razões obvias pelas quais precisamos da sua ajuda. Combatemos a Pobreza porque:


"Os números da pobreza em Portugal são preocupantes. Cerca de 20% dos portugueses vivem ou estão em risco de viver em situação de pobreza (com menos de 360 euros mensais). Estas taxas de risco de pobreza registam-se já depois das transferências sociais, como pensões ou subsídios, porque sem estes, a taxa de pobreza em Portugal cobriria 40% da população. Entre os grupos de risco - mais propícios a caírem em situação de pobreza - estão os idosos e as famílias numerosas. O desemprego, salários de miséria e pensões ainda mais miseráveis, colocam estes grupos em situações francamente difíceis.

Portugal, de entre os 27 países da União Europeia, é um dos nove mais pobres, existindo 1,9 milhões de pessoas que vivem abaixo do limiar da pobreza, na sua maioria no Norte. A região, mergulhada na falência das fábricas, lidera a pobreza em Portugal com um rendimento per capita expresso em poder de compra idêntico ao dos países de Leste.

4386 euros anuais, no máximo, é o rendimento com que vivem os 1,9 milhões de pessoas em situação de pobreza.

16 891 euros anuais é o rendimento médio de cada português. A média europeia em 2005 foi de 22 400 euros, segundo o Eurostat.

Segundo dados do organismo de estatística europeu, Eurostat, cada um dos 3,7 milhões de habitantes do Norte tem 13 399 euros anuais do Produto Interno Bruto, expresso em termos de poder de compra. Um pouco acima é a média de cada habitante da Eslováquia: 13 563 euros."

averdadedoi // terça-feira, 14 de Outubro de 2008

Reportagem sobre a Pobreza em Portugal e como tem vindo a aumentar nos últimos anos. Como e quem mais afecta:


quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Voluntariado

Em breve iremos iniciar o voluntariado na Cáritas Diocesana de Setúbal, durante o qual iremos desenvolver actividades com a população sem-abrigo.
Esperemos que esta experiência nos permita desenvolver um trabalho eficiente, não só no âmbito escolar, mas também na nossa vida quotidiana.

Campanha 10 milhões de estrelas - Resultados finais

Graças ao empenho e cooperação de cada um dos membros do grupo e da professora de Àrea de Projecto, Margarida Costa,e à solidariedade de todos os contribuintes, conseguimos vender 160 velas pela paz arrecadando um total de 160 euros.



Gostavamos de agradecer particularmente à Cáritas por nos ter fornecido esta oportunidade e a todos os contribuintes para tornarem esta campanha um sucesso.